Creio na Comunhão dos Santos

Artigo Pe, Nadai - Correio Popular 02/06/2015

Data: 2/06/2015

Terminado o tempo pascal com a Solenidade do Pentecostes que celebra a vinda do Espírito Santo sobre os discípulos e discípulas do Senhor, retomamos o tempo litúrgico chamado comum, durante o qual “somos convidados a celebrar não um acontecimento especial de nossa salvação, mas todo o mistério de Cristo em sua plenitude e globalidade”. Com a descida do Espírito, inaugura-se o mistério de Cristo no tempo da Igreja e na vida do Povo de Deus. É por isso que as festas dos santos ocorrem em maior concentração neste período do ano. Os santos são nossos irmãos e irmãs, nos quais a graça de Deus frutificou plenamente e neles Deus coroa sua própria obra e a Igreja os propõe para nós como modelo, de vida cristã e de seguimento do Divino Mestre.

Quando rezamos no Credo – creio na comunhão dos santos. Quer dizer – na vida do Espírito, derramado sobre nós, na participação nas realidades santas da Palavra e dos Sacramentos e na comunhão de todos os batizados, filhos e filhas do Abbá-Pai.

Assim, a Igreja venera os santos: primeiro, porque neles vê resplandecer a própria santidade do Deus santíssimo. Deus é glorificado em seus santos. Segundo, os santos revelam as infinitas potencialidades do ser humano enriquecido pelo dom da graça divina. Terceiro, os santos indicam que a meta e realização da vida humana é possível: a glória de Deus é a vida do homem, despertando em nós a esperança e a perseverança no Caminho.

Enfim, “cada santo é uma linguagem que fala de modo particular as situações históricas novas e diferentes”.

O lugar em que se faz experiência, de modo particular, da comunhão dos santos é na oração. E toda oração cristã é trinitária. Dirige-se ao Abbá-Pai, por Jesus Cristo, único mediador, na comunhão do Espírito Santo, que vem em socorro de nossa fragilidade.

É nesta perspectiva e horizonte trinitário, de comunhão na fé, na esperança e na caridade que devemos cultivar a devoção aos santos e santas, eleitos de Deus.

No mês de maio, a devoção do povo se volta para Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa. No mês de junho, o calendário contempla santos de grande apelo popular: Santo Antonio, São João Batista, os Apóstolos Pedro e Paulo. Além da fé e da devoção, das novenas e rezas, não podem faltar os festejos da cultura popular tradicional: fogueira, mastro, comidas e bebidas típicas, música, danças e quadrilha. Neste rol dos santos já vamos tendo os nossos compatriotas – os Protomártires do Brasil, os padres André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, mais o leigo Mateus Moreira e 28 companheiros;  José de Anchieta, Madre Paulina, Frei Galvão e a Ladainha dos mártires Latino-americanos, como Oscar Romero, Irmã Doroty, Margarida M. Alves, que derramaram seu sangue e deram suas vidas pela causa da justiça, pela defesa da vida e dignidade de nossos irmãos e irmãs brasileiros. Além disso, cada um de nós ou toda família, tem entre os seus aquela avó ou avô, tio ou tia, pai ou mãe, cuja oração pedimos em nossas dificuldades

Entra na roda com a gente. Louvemos a Deus nos seus santos e mártires!

Pe. José Arlindo de Nadai – Paróquia Divino Salvador

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